quarta-feira, 3 de junho de 2009

Agora penso nas tuas curvas

Nas tuas curvas que insisto em derrapar
Nas tuas curvas que insisto em me perder
Nas tuas curvas que costumo me achar

Nas curvas do teu rosto
Que acendem meu espírito
Pelo prazer de te olhar

Nas curvas dos teus olhos
Que penetram em minha alma
Quando miram os olhos meus

Na curva da tua boca
Que me dá tanto gosto
Quando beija os lábios meus

Nas curvas do teu corpo,
que se enrosca no corpo meu.
Nas curvas das tuas mãos,
que enlaça os dedos meus.

Nas curvas que o teu cérebro,
dá no cérebro meu.
Quando penso em tuas curvas,
mas não tenho o corpo teu.

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